
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
“…vocês devem brilhar como as estrelas no céu,
entregando a eles a mensagem da vida”
(Filipenses 2:15, 26, BLH).
“Gostaria que todos vocês sentassem com as
pernas cruzadas e se assentassem sobre elas, a fim de
que seus pés não sejam vistos. Assim como eu estou
fazendo. Veja se você consegue esconder seus
pés, João. Muito bem. Agora irei contar-lhes uma
história maravilhosa a respeito de um menino cujos
pés estavam há tantos anos quebrados que ele
não conseguia correr ou saltar ou brincar. Ele tinha
de sentar-se assim como estamos agora – porém,
não por alguns instantes, mas o tempo todo. Seu
nome era Mefibosete”.
Fazer com que as crianças vivenciem a história exige
participação ativa de todos os sentidos: tato,
olfato, visão, audição, paladar e emoções. Requer
toda a energia e concentração que você pode
reunir a fim de que o sucesso venha na proporção
direta do quanto você investiu na história. Quando
a história se torna viva, você verá fascínio em
dezenas de olhos atentos, irá se alegrar ao ver
que a atenção está na história e que as conversas
paralelas cessam. Seus ouvintes devem
distanciar-se da sala da Escola Sabatina enquanto
caminham lado a lado pelas ruas poeirentas com
Jesus, com Rute, Paulo, Eva, Davi.
Para ser bem-sucedido ao contar a história, damos
algumas sugestões:
1. Busque a mensagem central da história e escreva-a
em uma única sentença. Repita essa sentença várias
vezes durante a história a fim de que as crianças a
memorizem. Na história de Mefibosete, a mensagem
central é: “Embora você possa se sentir como um cão
morto, vindo de “lugar nenhum”, Deus o vê como um
de Seus filhos favoritos”.
2. Leia a história e atente para os momentos sensoriais.
Como Mefibosete sentiu a diferença ao trocar suas roupas
ásperas pelas roupas de seda de um príncipe? Qual era
o aroma do palácio? Como o cheiro era diferente de sua
casa em Lo-Debar? De que cores eram as cortinas nos
aposentos do palácio? Descreva o som da voz do rei Davi.
Como sua voz soava a Mefibosete?
3. Busque os detalhes da história. Onde ficava Lo-Debar?
Por que Mefibosete estava escondido lá? Qual é o significado
do nome da cidade? Quem o escondeu lá? Por que ele se
sentia como um “cão morto”? Como ele imaginava que Davi
iria tratá-lo? As respostas a perguntas como essas irá encher
sua história com detalhes fascinantes que a tornam mais
verossímil, pessoal e real. Sua melhor fonte de pesquisa inclui
livros sobre a vida e tempos bíblicos, comentários bíblicos,
dicionários bíblicos e notas marginais de seu estudo da Bíblia.
Mantenha seus olhos abertos aos detalhes que poderiam chamar
a atenção das crianças e levá-las a se maravilharem.
4. Escolha palavras sensoriais e use-as de forma descritiva.
Enquanto seca a testa e sorve longamente a água do copo, dê
um suspiro profundo e diga: “Mefibosete vivia em uma cidade
quente e poeirenta”, as crianças deveriam sentir-se suadas e
com sede. Algumas delas de fato irão imitar seus gestos e suspirar
junto com você. Quando o rei Davi coloca Mefibosete
para sentar-se à sua mesa, descreva como as almofadas
eram macias, o cheiro delicioso da comida e o sabor gostoso
do suco fresco de maçã.
5. Envolva os sentidos das crianças. Faça-as sentarem-se como
Mefibosete se assentava, com os pés que não podiam caminhar,
escondidos sob o corpo. Faça com que encenem como se
estivessem com medo do rei, assombrados com a vista a Jerusalém,
repelido por cheirar como um cão morto, e admirados com o
alimento delicioso na mesa de Davi.
6. Esteja preparado para as respostas das crianças. As crianças
gostam tanto de participar quanto de ouvir. Se a sua história for
bem-sucedida, as crianças terão se envolvido e estarão buscando
retratos de sua própria vida ao sua história repassar o vídeo da vida
de Mefibosete. Quando você descreve os sentimentos de tristeza
dele, “como um cão morto”, esteja preparado pois a criança irá desejar
falar a respeito de seu bichinho de estimação que morreu. Outra
poderá lembrar-se de haver caminhado por um lugar poeirento e
quente e outras ainda desejarão falar a respeito de seus alimentos
prediletos – “assim como Mefibosete à mesa do rei”. Quando a criança
o interrompe para descrever algo de sua própria vida, ouça, reafirme
e então ligue o comentário à sua história. “Lucas, estou triste de que você
já tenha caminhado por um lugar poeirento e quente. Foi assim que
Mefibosete se sentiu quando teve de deixar o palácio onde vivia com
seu pai. Mas, quando Mefibosete chegou em Lo-Debar …”
7. Ore para que Deus capacite sua imaginação a fim de que seja
capaz de contar a história de forma honesta, clara e interessante.
Quando findá-la, peça às crianças para resumi-la. Portanto, quando
vocês estão realmente tristes e sentem como se ninguém se importasse,
que sentimentos Deus tem por vocês? Ouça-lhes a resposta e então
use sua mensagem central para consolidar o significado da história na
mente das crianças.
Acima de tudo, lembre-se de que ao contar a história você está sendo
a voz de Deus, descrevendo-Lhe o caráter às crianças.
Sugestões para líderes e professores da Escola Dominical
Seria bom que vocês fizessem planos para que o domingo se prolongasse. Estas são algumas sugestões que podem ser de ajuda:
1. Torne cada parte da Escola Dominical tão viva, significativa e interessante que as crianças não consigam esquecê-la durante a semana.
2. Torne precioso cada minuto da Escola dominical.
3. Assegure-se de que ao as crianças deixarem a classe da Escola Dominical saibam qual é seu alvo ou tarefa espiritual para a semana seguinte. Elas poderiam escrevê-lo.
4. Vez por outra, contate a criança durante a semana. Pergunte como ela está passando e lembre-a do alvo para a semana.
5. No início do programa, a cada semana, peça a várias
crianças para contarem a respeito de como cumpriram o alvo
ou a tarefa da semana. Logo a memória delas irá melhorar
e irão levar a sério seu alvo.
RENOVAÇÃO DA SALA DA EBD
1. Verifique quanto tempo faz desde que a sala foi pintada
pela última vez. Se necessário, veja que as paredes sejam
pintadas. Ou, se não for possível, procure lavar as paredes,
o chão, mesas e cadeira, etc.
2. Avalie detidamente toda as figuras – de feltro e impressas.
Os cantos estão amassados, o papel está amarelado? As pessoas
retratadas são de décadas atrás? Se este for o caso, comece a
buscar materiais novos e atualizados.
3. As flores de plástico realmente indicam a idade de sua
sala. Elas são de fato necessárias? Será que poderiam ser
substituídas por plantas verdadeiras ou por flores de seda?
4. Dê uma boa olhada nas cortinas e nas janelas. Elas permitem
a entrada suficiente de luz? Será que uma cortina nova e mais clara
não daria maior luminosidade? As crianças ficam de frente para as
janelas? Se este for o caso, veja que fiquem de costas para a janela.
5. Sua sala possui um mural ou outra estrutura similar bonita?
Veja se há necessidade de reformulá-lo.
SUGESTÕES PARA OS MOMENTOS DE LOUVOR
As crianças de todas as idades ainda gostam de cantar – assim como
o faziam as crianças das décadas de 1950 e 1960. Hoje, há muitos
mais hinos disponíveis. Estas são algumas sugestões para tornar os
momentos de louvor mais significativos em sua Escola Sabatina:
1. Escolha um repertório de 15 a 20 hinos para serem cantados na
Escola Sabatina até que as crianças saibam cantá-los bem. Inclua,
pelo menos, cinco hinos novos a cada ano. Ensine um hino por vez.
2. Proveja a letra para as crianças que sabem ler, mas incentive-as
a memorizarem a letra o quanto antes possível.
3. Incentive as crianças a cantarem bem e elogie-as por isso.
4. Introduza variedade na forma de cantar ao, de vez em quando,
ver que um verso seja cantado em solo ou ao pedir que os meninos
cantem um verso e as meninas outro.
5. Se possível, utilize instrumentos. Talvez uma ou mais crianças na
sala saibam tocar.
6. Incentive os estilos musicais ponderados e reverentes. Elogie as
crianças, as fileiras ou seções que estão cantando bem.
Como fazer um culto infantil mais dinâmico?
Decida um formato.
É necesário ter um pouco de rotina: ajuda as crianças
a se sentirem à vontade e anteciparem o que vem depois.
Mas, você não precisa ser rígido, nem fazer exatamente a
mesma coisa todas as aulas. Varie as brincadeiras, músicas,
tenha datas especiais com uma estrutura de atividades
completamente diferente.
Por exemplo, o seu formato básico poderia ser assim:
Cumprimentos: diga “Bom Dia! Olá! Como vai?”. Cumprimente
cada criança pelo nome, sorria, demonstre prazer em recebê-las.
Você pode fazer uma chamada como na escola, mas ao invés de
cada criança dizer ‘presente’, para cada dia você terá um tema “hoje
quando eu chamar o seu nome, você vai me dizer a sua cor favorita”.
Ou você pode ter um quadro onde cada um cola um adesivo ao
chegar.
Música: intercale cantos conhecidos com outros novos (se você só
usa cantos novos, as crianças se sentem frustradas; se você só usa
os mesmos, fica cansativo. Intercalar cantos que conhecidos com
um ou dois novos, é mais interativo).
Oração: é importante que as crianças se habituem a orar. Alterne:
as vezes um adulto ora; às vezes uma ou mais crianças oram. Faça
orações em círculo, de mãos dadas; individuais, cada um na sua;
em silêncio ou em voz alta.
Introdução ao tema: pode ser uma música, uma brincadeira, uma
conversa… Mostre algum objeto que irá aparecer na história,
pergunte sobre as experiências das crianças sobre o tema da
história (por ex.: quem já foi pescar? no dia em que você vai
falar da pesca maravilhosa)
Tema: pode ser por dia ou pode ser um tema por mês/bimestre
com várias histórias e atividades interligadas. É muito importante
que você escolha uma forma apenas para apresentar o tema:
Conte a história ou faça um jogo ou dinâmica, etc… Depois que
você aprensentar o tema, dê uma chance as crianças de responderem,
assimilarem, trabalharem por si mesmas o conteúdo. Isso pode
ser uma conversa ou como descrito abaixo.
Resposta ao tema: pode ser arte, trabalho escrito, jogo. Dê
oportunidade às crianças para que recontem a história nas suas
próprias palavras ou de que respondam ao tema com expressão
artística. Veja mais sobre isso nas Dicas “Como lidar com atividades
artísticas” ou nos Trabalhos Manuais.
Encerramento: com oração, bênção e envio. Você precisa
terminar o dia; é muito importante dar um fim claro às atividades,
demonstra respeito, não só a Deus e às atividades que você preparou
como às crianças.
Despedida: Faça deste um momento agradável e informal. É
neste momento que você conversa com os pais, diz a eles o
que os filhos fizeram durante o dia, elogia um bom comportamento
e a participação. Dê uma atenção também as crianças, diga que
você gostou que elas vieram e que gostaria de vê-los novamente no
próximo domingo. Quem sabe algumas vezes você prepara um suco
com biscoitinhos e promove um rápido papo para integração das famílias.
Varie!
Faça um jogo para ver se todos sabem os nomes uns dos outros;
Traga instrumentos musicais para as crianças acompanharem o
canto (chocalhos, triângulos e coquinhos todos podem usar);
Traga um CD com o playback das músicas ou com a história do dia;
Conte a história: usando fantoches; usando flanelógrafo; usando objetos;
usando livro; outra só com a sua voz e gestos.
Monte um teatro, jogral ou encenação (com as crianças ou com os
pais e
avós para contar a história);
Não conte história alguma: faça uma dinâmica de grupo ou brincadeira
que leve as crianças a pensar sobre o tema do dia ou sobre o que o
texto bíblico quer dizer (isso funciona melhor com crianças acima dos 8 anos);
Promova uma festa, talvez com os pais junto. (fizeram recentemente uma
Noite do Pijama na minha comunidade e as crianças vieram para uma
atividade no fim da tarde de sábado; dormiram em sacos de dormir e
colchonetes no salão comunitário, com alguns pais e voluntários para tomar
conta; tomaram café da manhã lá mesmo e participaram do culto de domingo);
Convide as criancas para orarem; Dê diretrizes: cada um vai
falar ‘obrigada por…’ e depois ‘Deus abençôe…’);
Involva as crianças na bênção: existem inúmeras cantigas simples e
versinhos, como: “Deus te abençôe” – cada um coloca a mão sobre
a cabeça do vizinho; “Deus te proteja” – cada um coloca a mão sobre
os ombros do vizinho; “Deus te dê a paz” – as pessoas se abraçam
(se estiver fazendo isto em círculo, é só passar o braço na cintura do
vizinho e espremer o círculo em direçãoo ao centro).
Saia da sala de aula. Vá para o jardim (cuidado que é mais dificil manter a atenção!)
ou para a igreja, ou mesmo para a cozinha (desde que não esteja sendo usada para
mais nada).
Vá com calma!
Não adianta querer usar todas as sugestões acima no mesmo dia.
Escolha uma
para cada encontro, ou escolha uma por mês para experimentar.
Use aquelas
que você gostar com mais frequência, mas não tenha medo de testar
uma ou outra novidade.
Divida o trabalho
Faça um “banco de talentos” – descubra o que as pessoas gostam de
fazer. No nosso grupo de professores, duas são excelentes músicas;
outras duas são boas contadoras de histórias; uma terceira tem uma voz
doce que sempre acalma aquela criança que está chorando e as mais
jovens tem energia para correr e brincar! Faça um rodízio entre as
pessoas; se você trabalha em duplas, tente alternar as duplas.
Descubra também outras pessoas que podem ajudar na comunidade.
Um senhor da nossa igreja reformou as cadeiras pequenas e preparou
uma mesa na altura certa. Um artesão poderia fazer um flanelógrafo
(velcrômetro) ou um palco para fantoches; e outra pessoa poderia
trazer e cuidar das plantas em frente às salas de aula.
Ore, ore, ore…
Decida um formato.
É necesário ter um pouco de rotina: ajuda as crianças
a se sentirem à vontade e anteciparem o que vem depois.
Mas, você não precisa ser rígido, nem fazer exatamente a
mesma coisa todas as aulas. Varie as brincadeiras, músicas,
tenha datas especiais com uma estrutura de atividades
completamente diferente.
Por exemplo, o seu formato básico poderia ser assim:
Cumprimentos: diga “Bom Dia! Olá! Como vai?”. Cumprimente
cada criança pelo nome, sorria, demonstre prazer em recebê-las.
Você pode fazer uma chamada como na escola, mas ao invés de
cada criança dizer ‘presente’, para cada dia você terá um tema “hoje
quando eu chamar o seu nome, você vai me dizer a sua cor favorita”.
Ou você pode ter um quadro onde cada um cola um adesivo ao
chegar.
Música: intercale cantos conhecidos com outros novos (se você só
usa cantos novos, as crianças se sentem frustradas; se você só usa
os mesmos, fica cansativo. Intercalar cantos que conhecidos com
um ou dois novos, é mais interativo).
Oração: é importante que as crianças se habituem a orar. Alterne:
as vezes um adulto ora; às vezes uma ou mais crianças oram. Faça
orações em círculo, de mãos dadas; individuais, cada um na sua;
em silêncio ou em voz alta.
Introdução ao tema: pode ser uma música, uma brincadeira, uma
conversa… Mostre algum objeto que irá aparecer na história,
pergunte sobre as experiências das crianças sobre o tema da
história (por ex.: quem já foi pescar? no dia em que você vai
falar da pesca maravilhosa)
Tema: pode ser por dia ou pode ser um tema por mês/bimestre
com várias histórias e atividades interligadas. É muito importante
que você escolha uma forma apenas para apresentar o tema:
Conte a história ou faça um jogo ou dinâmica, etc… Depois que
você aprensentar o tema, dê uma chance as crianças de responderem,
assimilarem, trabalharem por si mesmas o conteúdo. Isso pode
ser uma conversa ou como descrito abaixo.
Resposta ao tema: pode ser arte, trabalho escrito, jogo. Dê
oportunidade às crianças para que recontem a história nas suas
próprias palavras ou de que respondam ao tema com expressão
artística. Veja mais sobre isso nas Dicas “Como lidar com atividades
artísticas” ou nos Trabalhos Manuais.
Encerramento: com oração, bênção e envio. Você precisa
terminar o dia; é muito importante dar um fim claro às atividades,
demonstra respeito, não só a Deus e às atividades que você preparou
como às crianças.
Despedida: Faça deste um momento agradável e informal. É
neste momento que você conversa com os pais, diz a eles o
que os filhos fizeram durante o dia, elogia um bom comportamento
e a participação. Dê uma atenção também as crianças, diga que
você gostou que elas vieram e que gostaria de vê-los novamente no
próximo domingo. Quem sabe algumas vezes você prepara um suco
com biscoitinhos e promove um rápido papo para integração das famílias.
Varie!
Faça um jogo para ver se todos sabem os nomes uns dos outros;
Traga instrumentos musicais para as crianças acompanharem o
canto (chocalhos, triângulos e coquinhos todos podem usar);
Traga um CD com o playback das músicas ou com a história do dia;
Conte a história: usando fantoches; usando flanelógrafo; usando objetos;
usando livro; outra só com a sua voz e gestos.
Monte um teatro, jogral ou encenação (com as crianças ou com os
pais e
avós para contar a história);
Não conte história alguma: faça uma dinâmica de grupo ou brincadeira
que leve as crianças a pensar sobre o tema do dia ou sobre o que o
texto bíblico quer dizer (isso funciona melhor com crianças acima dos 8 anos);
Promova uma festa, talvez com os pais junto. (fizeram recentemente uma
Noite do Pijama na minha comunidade e as crianças vieram para uma
atividade no fim da tarde de sábado; dormiram em sacos de dormir e
colchonetes no salão comunitário, com alguns pais e voluntários para tomar
conta; tomaram café da manhã lá mesmo e participaram do culto de domingo);
Convide as criancas para orarem; Dê diretrizes: cada um vai
falar ‘obrigada por…’ e depois ‘Deus abençôe…’);
Involva as crianças na bênção: existem inúmeras cantigas simples e
versinhos, como: “Deus te abençôe” – cada um coloca a mão sobre
a cabeça do vizinho; “Deus te proteja” – cada um coloca a mão sobre
os ombros do vizinho; “Deus te dê a paz” – as pessoas se abraçam
(se estiver fazendo isto em círculo, é só passar o braço na cintura do
vizinho e espremer o círculo em direçãoo ao centro).
Saia da sala de aula. Vá para o jardim (cuidado que é mais dificil manter a atenção!)
ou para a igreja, ou mesmo para a cozinha (desde que não esteja sendo usada para
mais nada).
Vá com calma!
Não adianta querer usar todas as sugestões acima no mesmo dia.
Escolha uma
para cada encontro, ou escolha uma por mês para experimentar.
Use aquelas
que você gostar com mais frequência, mas não tenha medo de testar
uma ou outra novidade.
Divida o trabalho
Faça um “banco de talentos” – descubra o que as pessoas gostam de
fazer. No nosso grupo de professores, duas são excelentes músicas;
outras duas são boas contadoras de histórias; uma terceira tem uma voz
doce que sempre acalma aquela criança que está chorando e as mais
jovens tem energia para correr e brincar! Faça um rodízio entre as
pessoas; se você trabalha em duplas, tente alternar as duplas.
Descubra também outras pessoas que podem ajudar na comunidade.
Um senhor da nossa igreja reformou as cadeiras pequenas e preparou
uma mesa na altura certa. Um artesão poderia fazer um flanelógrafo
(velcrômetro) ou um palco para fantoches; e outra pessoa poderia
trazer e cuidar das plantas em frente às salas de aula.
Ore, ore, ore…
1) Abrão toma uma decisão
Abrão, casado com uma linda mulher resolve tomar uma
decisão: deixar seu país, seus pais e tentar a vida em
outro lugar. Ele ouviu uma voz - um chamado e aquilo ficou
queimando em seu coração.
Era uma voz que dizia assim:
Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa
Era uma voz que dizia assim:
Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa
de seu pai, e vá para uma terra que eu lhe mostrarei.
Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso
Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso
o seu nome, e você será uma benção. Abençoarei os que o
abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem e por
meio de você todos os povos da terra serão abençoados.
Hum... uma boa proposta!!!
2) A primeira obra de Abrão
É... Abrão não pensou duas vezes. Aos seus 75 aninhos
Hum... uma boa proposta!!!
2) A primeira obra de Abrão
É... Abrão não pensou duas vezes. Aos seus 75 aninhos
de vida, leva sua esposa - a linda Sarai, o sobrinho querido
- Ló, seus empregados e parte para uma terra tão diferente
da sua. Essa terra era Canaã. Já tinha gente morando
lá, mas Abrão não se importou e a primeira obra de Abrão
naquela terra foi a construção de um altar.
Isso significa que para ser um bom cidadão é preciso
Isso significa que para ser um bom cidadão é preciso
colocar Deus em primeiro lugar. É deixar Deus na frente
de todo o empreendimento. Esse Abrão era bem inteligente.
3) Resolvendo pacificamente as coisas
Abrão não tinha um lugar fixo, explorou a terra. Ele foi
3) Resolvendo pacificamente as coisas
Abrão não tinha um lugar fixo, explorou a terra. Ele foi
enriquecendo tanto, que mal tinha lugar para ele e o
sobrinho Ló apascentarem os seus rebanhos. Começaram
as brigas entre os seus empregados. Mas... pacificamente
houve uma divisão de terras. Abrão dividiu aquelas amplas
terras em duas partes e deixou que o primo Ló escolhesse
aonde ele queria ficar. A parte que sobrou ficou para Abrão.
Um bom cidadão é sensato e pacificador. Ele sabe que
Um bom cidadão é sensato e pacificador. Ele sabe que
independente do lugar, ser bonito ou feio, Deus o abençoará.
4) Guerra a vista
É... teve uma guerra. Essa guerra foi bem pertinho do lugar
4) Guerra a vista
É... teve uma guerra. Essa guerra foi bem pertinho do lugar
onde Abrão vivia, lá no lugar onde o sobrinho Ló escolheu
para habitar. Guerra sempre é ruim. Morrem pessoas, há
escassez de alimentos, saques. E quando você sabe que
um parente teu é refém de guerra? Pobre Abrão... teve
essa triste notícia. Seu sobrinho Ló era refém de guerra.
Será que Abrão se escondeu debaixo da cama? Ficou em
cima do muro? Não!!!! um bom cidadão pensa e age. Ele
convocou 318 homens da sua casa, fez plano, deu instruções -
perseguiu os seus inimigos e resgatou os prisioneiros, inclusive
os bens. Foi vitorioso. Os reis queriam dar para ele
dinheiro, presentes, mas Abrão não quis nada disso. A sua riqueza
procedia de Deus e não de homens.
Ao invés de receber presentes ele deu. Deu para um sacerdote
Ao invés de receber presentes ele deu. Deu para um sacerdote
de Melquisede 10% de tudo quanto tinha.
Abrão não recebe aquilo que não lhe pertence. Um bom cidadão
Abrão não recebe aquilo que não lhe pertence. Um bom cidadão
ajuda. Doa um pouco de si para os outros.
5) Uma aliança que muda o nome
Abrão rico... rico... mas sem filhos. Ele queria um filho para ser o
5) Uma aliança que muda o nome
Abrão rico... rico... mas sem filhos. Ele queria um filho para ser o
seu herdeiro, para ensinar-lhes as coisas que tinha aprendido no
decorrer da vida. Ele queria ensinar a sua fé. Mas ele já estava
tão velhinho. Tinha quase 100 anos e nada de filhos. Deus
promete-lhe um filho e faz uma aliança com ele.
Deus muda-lhe o nome - de Abrão, passa a ser chamado
Deus muda-lhe o nome - de Abrão, passa a ser chamado
Abraão.
Abrão = pai exaltado
Abraão = pai de muitas nações.
Sarai passa a chamar-se Sara = princesa
Um bom cidadão tem uma aliança com Deus.
É... Deus cumpre o que promete. Aos 100 anos nasce Isaque – o filho de Abraão com Sara e a família fica mais feliz.
6) Algumas obras de Abraão
Abraão planta árvores - Gen. 21:33
Um bom cidadão fica preocupado com o bem estar da população. Plantar árvores e um bom sinal, pois o bom cidadão não desmata, mas planta.
Abraão cava poços - Gen. 21:30 –
Um bom cidadão preocupa-se com o bem estar da população.
Abrão = pai exaltado
Abraão = pai de muitas nações.
Sarai passa a chamar-se Sara = princesa
Um bom cidadão tem uma aliança com Deus.
É... Deus cumpre o que promete. Aos 100 anos nasce Isaque – o filho de Abraão com Sara e a família fica mais feliz.
6) Algumas obras de Abraão
Abraão planta árvores - Gen. 21:33
Um bom cidadão fica preocupado com o bem estar da população. Plantar árvores e um bom sinal, pois o bom cidadão não desmata, mas planta.
Abraão cava poços - Gen. 21:30 –
Um bom cidadão preocupa-se com o bem estar da população.
A água é algo muito importante, sem ela é impossível viver. Esse
exemplo de cavar poços foi passado para seu filho Isaque que
passou para seu filho Jacó. Um bom cidadão dá bons exemplos
e bons ensinamentos para seus familiares. Você sabia que o
poço de Jacó, que era neto de Abraão ainda era usado nos tempos
de Jesus (João 4:6). E Jesus só veio ao mundo uns 2000 anos
depois de Abraão.
Abraão constrói altares - Gen 12:7, 8 , 13:18 - 22:9 -
Um bom cidadão começa a sua trajetória construindo altares – ou seja,
Abraão constrói altares - Gen 12:7, 8 , 13:18 - 22:9 -
Um bom cidadão começa a sua trajetória construindo altares – ou seja,
buscando a presença de Deus e termina a sua trajetória construindo
altares – ou seja, permanece buscando a presença de Deus.
Que possamos aprender muita coisa com Abraão – o bom cidadão.
Que possamos aprender muita coisa com Abraão – o bom cidadão.
O SURDINHO
A meninada toda estava na rua. Como era divertido brincar com o surdinho!
- Sur-di-nho! Sur-di-nho! - chamavam os meninos.
E batiam nele de um lado e de outro. O menino surdinho até ficava tonto.
- Sur-di-nho! Sur-di-nho! - chamavam os meninos.
E batiam nele de um lado e de outro. O menino surdinho até ficava tonto.
Os garotos às vezes caçoavam tanto dele, mas tanto, que o surdinho
corria pra casa, chorando, chorando. Um dia os meninos abusaram
demais. Chegaram até a lhe dar tapas, pisar nos pés, beliscar e empurrar
com tanta força que surdinho caía no chão.
Queria ir para casa, mas não podia... Os moleques o agarravam...
Queria ir para casa, mas não podia... Os moleques o agarravam...
Assim que conseguiu escapar, fugiu, deixando os moleques rindo
e caçoando dele. Mamãe - vocês sabem como são as mamães - logo
percebeu que alguma coisa não ia bem. Correu e abraçou Surdinho.
- Que foi filhinho, que foi?
Ele também abraçou a mamãe e chorou muito, muito. Depois
- Que foi filhinho, que foi?
Ele também abraçou a mamãe e chorou muito, muito. Depois
estos falou que ele não demorasse. Mamãe ficou em casa com
um aperto no coração.
Surdinho passou escondido pela rua. Quando viu um menino, entrou
Surdinho passou escondido pela rua. Quando viu um menino, entrou
num jardim até que o garoto sumiu. Olhou dos lados e não viu ninguém.
Começou a correr, até ficar muito cansado. Daí começou a andar devagar.
Estava tão distraído que nem sabia por onde andava. Seu coraçãozinho
estava muito cansado. Sabem? Ele se achava fora da cidade. Longe, não?
De repente, Surdinho viu o trilho do trem. Começou a andar nele e a se
De repente, Surdinho viu o trilho do trem. Começou a andar nele e a se
equilibrar. Pulava nas madeiras que seguravam os trilhos. Achou tão
gostoso brincar ali, sozinho, que até começou a sorrir. E pulava,
pulava e ria bastante. Era a primeira vez que isso acontecia.
Sua mãe, lá em casa ficou aflita, e cada vez mais aflita.
Sua mãe, lá em casa ficou aflita, e cada vez mais aflita.
Lembrou-se do Surdinho, da sua tristeza, e pensou: "Está
acontecendo alguma coisa com ele. Saiu correndo para a rua.
Viu os meninos brincando.
- Hei, sabem do Surdinho?
- Não está em casa?
- Não, ele saiu e não voltou. Ajudem-me a procurá-lo.
Surdinho continuava correndo pelo trinho, rindo, rindo.
- Piuiiii! - apitou o trem, lá longe.
Mamãe ouviu aquele apito e gritou:
- O trem, o trem!
Ela correu em direção à linha do trem. Os meninos foram atrás.
- Piuiiiiiiii! - apitou o trem mais forte, mais perto.
De longe mamãe viu Surdinho pulando e o trem se aproximando.
- Hei, sabem do Surdinho?
- Não está em casa?
- Não, ele saiu e não voltou. Ajudem-me a procurá-lo.
Surdinho continuava correndo pelo trinho, rindo, rindo.
- Piuiiii! - apitou o trem, lá longe.
Mamãe ouviu aquele apito e gritou:
- O trem, o trem!
Ela correu em direção à linha do trem. Os meninos foram atrás.
- Piuiiiiiiii! - apitou o trem mais forte, mais perto.
De longe mamãe viu Surdinho pulando e o trem se aproximando.
As crianças começaram a gritar. Ficaram desesperadas. Queriam
passar na frente do trem. Mamãe, chorando, gritou:
- Filhinho!
O maquinista do trem viu o menino, tentou brecar, mas não deu tempo...
O Surdinho morreu! Mas morrer é simplesmente ir morar no céu,
- Filhinho!
O maquinista do trem viu o menino, tentou brecar, mas não deu tempo...
O Surdinho morreu! Mas morrer é simplesmente ir morar no céu,
com Jesus, um lugar lindo e maravilhoso. Agora Surdinho estava
feliz no céu. Agora ninguém caçoava dele e podia ouvir tudo, tudo.
Ouvia a voz de Jesus, tão meiga e amiga.
Os meninos choravam arrependidos. Haviam maltratado tanto o
Os meninos choravam arrependidos. Haviam maltratado tanto o
Surdinho que ele fugiu para longe e o trem o matou. Agora o jardim
perdeu a graça. A rua ficou triste sem Surdinho. As crianças
não quiseram mais brincar na rua. Nunca mais caçoaram de
outro menino. Nunca mais jogaram pedra num aleijado. Nunca
mais riram de um bobinho. Nunca mais bateram num
surdinho. Nunca mais, nunca mais.
E vocês? Têm tratato sempre com bondade e alegria as
E vocês? Têm tratato sempre com bondade e alegria as
pessoas que são aleijadas, ou têm algum problema? Quando você vi
r alguém assim não critique nem dê risadas. Ao invés de você
criticar, ore por ele. Jesus ensinou claramente que devemos ama
r uns aos outros. Quando alguém abusa de nós, devemos pagar o
mal com o bem. Jesus promete recompensar-nos se assim fizermos.
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