segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Arca de Noé
Há milhares de anos, numa terra bem distante, vivia um homem chamado Noé. Noé e sua família eram felizes, porque amavam a Deus.
Mas nem tudo na cidade onde Noé morava era bom. As pessoas brigavam e faziam muitas coisas más.
Um dia, Deus ficou cansado de ver a terra que Ele tinha criado sendo tão maltratada pelos seus moradores, e os homens, os quais Ele havia feito com tanto amor, serem tão maus. Então Deus decidiu destruir a terra com uma chuva bem forte, um dilúvio.



Estando triste com os moradores da terra, Deus se lembrou de Noé, que era um bom homem, e prometeu que salvaria a ele e à sua família. Para isso, Ele ordenou: "Noé, construa um barco bem grande e entre nele com seus filhos, suas filhas, seus netos e os seus parentes. Também coloque dentro desta arca um casal de cada animal que há sobre a terra".
E assim Noé fez. Mas enquanto ele construía o grande barco, as pessoas riam, o chamavam de louco."Chover? Que idéia absurda! Nunca choveu..." diziam alguns. Mas Noé continuava alertando aos homens sobre o que iria acontecer.
E um dia, quando a arca ficou pronta, Noé entrou nela com sua família e os animais. Um anjo travou a porta do barco do lado de fora, e então começou a chover...

Foi uma chuva muita forte, que transbordou rios, encobriu casas e montanhas. O povo mau, desesperado e com medo, pedia socorro a Noé. Mas ele não podia abrir a arca. Era tarde demais.
O dilúvio durou 40 dias, e todos os que viviam na terra, morreram. Menos Noé, sua família e um casal de cada animal, que ficaram por todo esse tempo seguros dentro da arca.
Quando a chuva parou e as águas baixaram, eles saíram do barco, e Noé agradeceu a Deus. Deus o abençoou e fez uma aliança: disse que nunca mais a terra seria destruída por um dilúvio.
Então Ele colocou no céu um lindo arco-íris, como um sinal, para que toda vez que olharmos para o arco colorido entre as nuvens, estejamos nos lembrando da promessa.
(Essa história está na Bíblia, no livro de Gênesis, capítulos 6 à 9. Confira!)

HISTÓRIA - Deus fez cada um de nós

DEUS FEZ CADA UM DE NÓS
Pé Feliz
  • Falar dos lugares que andamos e que agradam a Deus.
· Igreja – louvar, testemunhar...
· Escola – ajudar, estudar
· Lar – ajudar
Pé Triste
  • Falar dos lugares que andamos e que desagradam a Deus.
· Bailes
· Lugares com jogos ilegais
· Fugir da escola
· Fugir de casa


Mão Feliz
  • Falar das coisas que fazemos e que agradam a Deus.
· Igreja – orar (com as mãos unidas), cumprimentar os irmãos
· Lar – ajudar a mamães, o papai e os irmãos com as tarefas
· Outros – fazer carinho nos que sofrem, servir aos pobres, etc.
Mão Triste
  • Falar das coisas que fazemos e que desagradam a Deus.
· Bater, beliscar, fazer gestos de palavrões...

Ouvido Feliz
  • Falar das coisas que ouvimos e que agradam a Deus.
· Igreja – hinos, irmãos cantando...
· Outros – palavras carinhosas, passarinhos que Deus fez...
Ouvido Triste
  • Falar das coisas que ouvimos e que desagradam a Deus.
· Músicas com letras imorais, conversas que entristecem a Deus...

Boca Feliz
  • Falar das coisas que falamos e que agradam a Deus.
· Igreja – versículos, hinos...
· Outros – elogios, palavras de carinho, risos...
Boca Triste
  • Falar das coisas que falamos e que desagradam a Deus.
· Palavrões, fofocas, ofensas, mentiras, gritos...
Olho Feliz
  • Falar das coisas que vemos e que agradam a Deus.
· Igreja – ler a Bíblia ( em qualquer lugar)
· Outros – assistir filmes alegres, fazer oração...
Olho Triste
  • Falar das coisas que vemos e que desagradam a Deus.
· Filmes imorais, fechar antes de ler a Bíblia

Resultado:
Mostrar o coração feliz e o coração triste.



HISTÓRIA INFANTIL - TITA, A BORBOLETA VAIDOSA



Tita era uma lagartinha ainda muito novinha que mal acabara de nascer no início da primavera.
Uma tarde, quando ela passeava sobre uma folhagem do jardim de Batatinha, a filha da dona da casa, ao olhar para uma brilhante gota d’água, Tita levou um grande susto. No brilho da água ela viu seu rosto como num espelho e, qual não foi a sua surpresa, quando descobriu que era tão feia, mas tão feia como ela nunca havia visto igual! Ela nunca havia visto uma lagarta em toda a sua vida!


Tita pôs-se a chorar tanto e tão alto que, se houvesse alguma pessoa passando pelo jardim, poderia ouvi-la soluçar e fungar.
Tita, que já era uma lagartinha pequenina e quietinha, passou a ser ainda mais quieta, mais triste, mais feia e apagada.
No meio daquelas lindas flores do jardim de Batatinha ela se escondia cada vez mais, sempre encorujada e dizendo:
- “Por que eu não nasci uma flor, elas são tão lindas e tão admiradas e eu, uma feia e magricela lagartinha, sem amigos e, o que é pior, sempre verde!”


Batatinha todos os dias jogava água limpa e fresca sobre seu lindo jardim, e as flores cresciam cada vez mais viçosas e cheirosas.


Havia uma flor, uma linda margarida que, enquanto tomava seu banho pensava:
- “Como é boa a Batatinha, é uma pena que ela não possa fazer nada pela pobre Tita.”


No meio do jardim havia uma árvore, uma grande árvore e lá no topo, um ninho onde morava um lindo passarinho que cantava, alegrando todas as manhãs.
O passarinho era amigo das flores, das folhagens e das árvores.


Enquanto sobrevoava o canteiro das flores, viu tão escondidinha e tão chorosa, a lagartinha Tita deitada sobre uma folha. Então o passarinho resolveu pousar e ter com Tita uma longa conversa:
- Que coisa feia, você uma lagartinha, chorando desse jeito! Distraída assim, qualquer hora alguém esbarra em você e adeus, lagartinha!
Tita respondeu com lágrimas nos olhos:
- Você fala assim porque sabe que é um lindo passarinho, grande e, que acima de tudo, sabe voar. Por isso conhece todo mundo e é admirado por todos, mas eu não passo de uma minhoca desajeitada, magricela e feiúda...
Chamou-a num canto e disse bem baixinho em seu ouvido para que ninguém escutasse:
- Você é uma lagartinha privilegiada, todas as lagartas são privilegiadas porque depois de algum tempo sendo feias, magricelas e verdes, vocês sofrem uma grande mudança e se tornam belas e coloridas borboletas. Isso é a natureza, cheia de segredos e surpresas na primavera!
E o passarinho deu a chorona Tita uma grande lição:
- Temos que ser felizes e agradecidos por sermos o que somos simplesmente, pois a natureza nos reserva lindas surpresas. Foi o próprio Deus quem nos criou.
A pobre Tita não conhecia o seu destino, nunca ninguém tinha lhe contado que de lagartinha ela passaria a ser borboleta. E disse mais:
- Não sei quando tudo vai acontecer, mas tenha paciência que esse dia vai chegar e tudo vai ser muito bom.
E desse dia em diante, Tita passou a pensar muito naquilo que o passarinho lhe havia falado.
- Eu posso ser feliz assim com eu sou. Até que para uma lagarta verde, eu sou até simpática.
Tita já não olhava para si com pena do que via. Agora, quando olhava sua imagem refletida numa gota de chuva, pensava:
- Sorte a minha ser uma lagartinha, pelo menos eu posso andar e passear sobre as folhas, contemplar as lindas flores e esperar com alegria o dia de amanhã.
E numa manhã Tita levantou-se diferente, não sabia porque, mas sentia vontade de voar. Olhou para os lados e viu lindas, grande e coloridas asas que tinha feito antes, saiu voando sobre as flores do jardim de Batatinha.

Tinha chegado hora de Tita, ela agora era uma borboleta exatamente como o passarinho lhe havia dito.
Então, a triste e chorona Tita passou a ser a mais linda e alegre borboleta de todo jardim, porque acreditou, porque esperou e alcançou uma felicidade ainda maior que a que possuía, mesmo como lagartinha.
Assim somos nós, às vezes tristes, às vezes feios, mas Deus nos prometeu uma coisa que eu vou contar agora para vocês:
Ele prometeu que nos transformaria, que tiraria todo o pecado da gente que nos faz ficar feios e tristes, para fazer lindos, felizes e livres como ficou a lagartinha Tita. Tudo isto pode acontecer aqui mesmo, agora.
“Assim que, se alguém, está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Corintios 5:17).
“Eis que vos digo um mistério: na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Corintios 15:51-52).

Se você quiser ter a mesma experiência que Tita teve, escute o conselho de Jesus como Tita ouviu o conselho do passarinho. Espere, confie nEle e então, talvez numa manhã como aquela, você acorde diferente.
Quando olhar para você mesmo vai ver uma outra pessoa, aquela que Deus quis que você fosse, bem mais bonita e bem mais feliz, como Tita, a lagartinha que virou uma linda borboleta.

História e desenhos – extraídos do livro Tita – Editora Redijo

HISTÓRIA BÍBLICA - O Bom Samaritano

HISTÓRIA BÍBLICA - O BOM SAMARITANO


“QUEM É O MEU PRÓXIMO?”
TEXTO: Lucas 10:25-37

Jesus quando aqui andou contou uma parábola muito impressionante, para mostrar quem é o próximo. Esta parábola está relatada em Lucas 10:25-35. Nós conhecemos bem a história:


Um homem viajava de Jerusalém para Jericó; ou poderia ser, viajava de São Paulo para Santos, ou Rio de Janeiro à Nova Friburgo; 


No caminho ele foi assaltado por marginais que além de roubarem todos seus pertences, o maltrataram cruelmente, abandonando-o muito ferido, quase à morte.
Jesus contou esta história ao um doutor, "Intérprete da Lei" (V.25) a quem demonstrava que o único caminho para a vida eterna era o: "Amar a Deus em primeiro lugar e amar o próximo como a si mesmo. A isto o doutor perguntou: "E quem é o meu próximo?"


Na história do Bom Samaritano, os indivíduos não são identificados pelos nomes, mas caracterizados pelas funções e ações. O homem assaltado é um anônimo: talvez um viajante, um desempregado em busca de trabalho; quem sabe um bóia-fria.
Enfim, é alguém carente, desprotegido, marginalizado, sem amigos, sem dinheiro, sem família - sem ninguém - a sós no mundo, como milhões de outros por aí. Lá está ele: Jogado à beira da estrada, caído na sarjeta abandonado. Entram em cena, então aqueles que tinham a solução do problema às mãos:



Um sacerdote e um levita. Diz a Palavra de Deus: "Casualmente descia um Sacerdote por aquele mesmo caminho" (V.31).
Você perguntaria: Será que o sacerdote parou para ajudá-lo? Não! A Bíblia fala que numa atitude de completo "desamor" o sacerdote passou de lado, ou seja, tentou ignorar aquela situação; procurou não se envolver, nem se incomodar com o pobre miserável.
Quem sabe o sacerdote havia trabalhado todo fim de semana; estava cansado e saudoso do lar. Queria ter o seu merecido repouso e ficar na paz, às sós. E afinal de contas o que tinha acontecido com aquele estranho não era da sua conta. A história continua:



"Semelhantemente um levita descia por aquele mesmo caminho, e vendo-o também passou de largo (v.32).
O sacerdote nem sequer olhou para o ferido viajante. O levita, quem sabe, preocupado, pois poderia ser um parente ou amigo seu, deteve-se por um instante, olhou-o, e como não o reconhecesse, passou de largo.
E lá estava o moribundo, quase a morrer. Será que ninguém se preocuparia com ele? Será que ninguém se importava? Será que ninguém tinha amor para dar?



Neste momento apareceu um estranho, um "inimigo”, ou seja, um samaritano, um estrangeiro. Ora, durante cerca de 800 anos os judeus não se davam com os samaritanos, porque em 722, Salmanezer ou Sargão II, reis da Assíria tomaram Samaria e substituíram seus habitantes por babilônios e sírios, que trouxeram suas tradições, crenças religiosas contrárias às dos judeus.
Os samaritanos eram inimigos, para os judeus, um foco purulento incrustado no seu território. Eram considerados como cães.
Mas, vejamos: Lá estava o moribundo; ele sentiu que alguém parou, desceu da montaria e se aproximou dele. Quem seria? Oh, impossível! Era um samaritano! E o samaritano compadeceu-se dele, curou-lhe as feridas aplicando óleo e vinho; e colocou-o em cima do seu próprio animal e o levou para uma hospedaria e tratou dele.



No dia seguinte tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: cuida deste homem e, se alguma coisa gastares a mais com ele, eu te indenizarei quando voltar.
Finalmente alguém viu o drama do homem abandonado; alguém sentiu por ele; alguém se envolveu, alguém ajudou. Por estranho que pareça, quem ajudou era um ser rejeitado, um inimigo, um cão.
Ao Jesus terminar o relato perguntou ao doutor da lei: "Qual destes três parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?" V.36. O homem respondeu de imediato: "Aquele que usou de misericórdia para com ele" (v.37). Sua resposta estava correta. Então Jesus lhe disse: “Vai e faça o mesmo!” (v.37b).

HISTÓRIA BÍBLICA - A Parábola da Ovelha Perdida


GRAÇA O amor de Deus me encontra onde eu estiver.

VERSO PARA MEMORIZAR:
O Pai de vocês, que está nos Céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca.” Mateus 18:14, NVI

REFERÊNCIA BÍBLICA:
Mateus 18:12-14; Lucas 15:3-7;

OBJETIVOS:
SABER que Jesus pode encontrá-la onde ela estiver.
SENTIR-SE amada e preciosa para Jesus.
RESPONDER permitindo que Jesus a salve de seus pecados.
MENSAGEM CENTRAL:
Quando estou longe de Jesus, Ele vem à minha procura.


Certa vez Jesus estava ensinando. Muitos cobradores de impostos que eram odiados pelo povo e pessoas que tinham fama de serem más estavam escutando.
Os fariseus que eram os homens que não gostavam de Jesus e que entendiam muito da Lei começaram a criticar Jesus e a dizer:
- “Este homem se mistura com gente de má fama e come com eles!”
Jesus então contou-lhes uma parábola.


“Um homem tinha cem ovelhas.


E uma delas se perdeu, o que ele fez?


Deixou as noventa e nove pastando no campo e foi procurar a ovelha perdida até achá-la.






Quando a encontrou ficou muito contente, pegou-a e voltou com ela carregada nos ombros.

Chegando em casa, chamou os amigos e vizinhos e disse: “Alegrem-se comigo porque achei a minha ovelha perdida!”

Jesus então lhes disse: “ Do mesmo jeito haverá maior alegria no céu por uma pessoa de má fama e pecadora que se arrepende do que 99 pessoas justas e boazinhas que não precisam se arrepender.
VAMOS PENSAR!
O pastor poderia pensar:
“- Ah! só uma ovelha se perdeu... ela não me fará falta. Eu ainda tenho um rebanho com 99.”
Só que um pastor sabe que a ovelha não enxerga bem, que só obedece a voz de comando dele e que quando separa-se do rebanho fica sem saber o que fazer, servindo de presa fácil para qualquer lobo esfomeado.
O Salmo 23.1 diz: “O Senhor é o meu pastor: nada me faltará.”
Quem é este pastor do Salmo?
Isso mesmo: Jesus.
O que será que Jesus quis ensinar com esta parábola?
Que ele se importa com as pessoas que fazem coisas erradas e que se perdem, não conseguindo seguir a Palavra de Deus.
Jesus sendo o pastor irá sempre buscar as pessoas que são dEle para trazê-las de volta para junto daquelas que a amam também.
Jesus é o seu pastor?
Você já o recebeu como Salvador?
Então você não é uma ovelha perdida e Jesus estará sempre junto com você.

HISTÓRIA - Mariana, a Florzinha

HISTÓRIA INFANTIL - MARIANA, A FLORZINHA


Mariana era uma flor bem pequena.
Vivia num imenso parque, rodeada de muitas coisas bonitas.
Visitantes vinham de longe para conhecer e apreciar aquele lindo lugar.
A cada manhã quando o sol surgia, e os portões do parque se abriam, Mariana banhava-se com as gotas de orvalho. Lavava seu rostinho, suas pétalas, e, colocava-se na posição mais elegante possível, esperava ansiosamente que muitas pessoas viessem admirá-la.



Mas... Que tristeza! Os pés dos visitantes passavam tão perto que quase a amassavam e, sem a notarem, dirigiam-se para o lindo e grande jardim que se encontrava logo atrás dela. Ah!... Se ela pudesse estar naquele lindo jardim, no meio daquelas grandes, coloridas e orgulhosas flores...

Lá sim, ela poderia aparecer. Mas será que apareceria mesmo? Aquelas flores eram muito maiores, muito mais bonitas do que ela! Bem, ao menos se ela estivesse lá, quem sabe por um descuido, alguém a notasse. Mas, não tinha jeito! Ela estava ali, longe do jardim, e ao que parece.
NADA havia nela que chamasse a atenção das pessoas.


Numa manhã, Mariana acordou com um grande desânimo. Chegou mesmo a desejar que um daqueles homens bem pesadões que visitavam o parque, a amassasse com uma grande pisadona.
Desta vez, quando as pessoas começaram a entrar pelo portão, ao invés de querer aparecer, Mariana queria se esconder. Esconder-se de todos. Ela sentia que não valia nada! Sentia-se muito feia. E via que nem merecia ser chamada de flor. Flores pra ela, eram aquelas do jardim! Aquelas sim eram admiradas por todos. Na verdade pra ela seria muito bom que nascesse muito mato ao seu redor. Assim, ela sumiria de uma vez!
Mariana estava tão presa aos seus pensamentos, que nem percebeu quando uma menininha se aproximou dela.


Depois de encostar seu narizinho na florzinha, a menina correu em direção aos seus pais gritando:
- Mamãe, Mamãe, achei! Aquele perfume gostoso que sentimos, vem daquela florzinha ali! Venha sentir Mamãe! De perto o perfume é ainda bem mais gostoso!
Mariana se alegrava. Estava agora até envergonhada e, procurou colocar-se da maneira mais elegante possível quando os pais da menina se aproximaram.
Que felicidade para Mariana! Agora se sentia finalmente realizada.



Muitas outras pessoas atraídas pelos gritos da menina vinham também sentir o delicioso cheiro da florzinha.
Este era sem duvida o dia mais alegre na vida de Mariana. Esqueceu toda a tristeza que até a bem pouco tempo a abatia. E tudo, por causa do seu perfume, que foi percebido pela pequena visitante.
Se fosse somente a sua beleza... Oh, as flores do jardim eram muito mais bonitas do que ela! Mas o seu PERFUME superou a beleza de todas as outras!
A palavra de Deus, diz que nós, os salvos, somos o “bom perfume de Cristo”. Entenderam o que isto quer dizer?
Quer dizer que cada um de nós, em nossas palavras, em nossas atitudes e em nossas ações, temos que mostrar que o Senhor Jesus vive em nós.
Você é tão pequeno diante de um mundo tão grande, não é mesmo? Talvez seja o único ou a única pessoa crente lá na sua casa, lá na escola e,... É tão difícil!!! Pode pensar talvez... Quem vai dar importância às minhas palavras, ao meu testemunho?
Lembre-se de Mariana. Apesar de tão pequenina, seu perfume atraiu a menininha, depois seus pais, e depois, um grande numero de pessoas.
Então, você quer ser realmente o bom perfume de Cristo? Assim, você será um meio para que outras crianças e adultos, quem sabe, seu papai ou mamãe, se interessem em receber a Cristo. Isto será sem duvida a maior alegria que você poderá experimentar.
Mas há ainda uma coisa importante que eu devo dizer.
Você só poderá ser o bom perfume de Cristo, se já O conheceu como seu Salvador pessoal.
Você já O convidou para vir morar no seu coração? Se não o fez ainda, saiba que Deus ama muito você. Tanto que, mandou se Único Filho, o Senhor Jesus, para morrer na cruz no seu lugar por causa do seu pecado (suas mentiras, sua desobediência, sua teimosia e tantas coisas que você tem feito de errado).
Ele derramou o Seu sangue e morreu por você naquela cruz. Mas depois de três dias ressuscitou e agora está no céu novamente preparando um lindo lugar para todos O receberem como seu Salvador.
Você quer fazer isto hoje mesmo? Se quiser, no fim da nossa aula, quando todos se retirarem, permaneça na classe alguns instantes ainda para que possamos orar juntos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

As três árvores – para a páscoa

Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas, disse: "eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada."
A segunda olhou para o riacho e suspirou: "eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas."
A terceira árvore olhou para o vale e disse: "eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em DEUS."
Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. Mas lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos!... Que pena!
A primeira árvore acabou sendo transformada em coxo de animais, coberto de feno.
A segunda árvore virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
E todas as três se perguntaram desiludidas e tristes: "para que isso?"
Mas, uma certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem colocou seu neném nascido naquele coxo de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo...
A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem levantou e disse: "Paz!" E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos céus e da terra.
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela.
Logo, sentiu-se horrível e cruel. Mas logo no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de DEUS e de seu filho JESUS CRISTO ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos... Mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado, quando elas descobriram que JESUS CRISTO havia ressuscitado no terceiro dia.
Sabe crianças temos nossos sonhos, nossos planos e por vezes, não coincidem com os planos que Deus tem para nós: e, quase sempre, somos surpreendidos com sua generosidade e misericórdia.
É importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós.

História - Vera Lúcia: a boneca preferida


História Educativa sobre dar o melhor para Jesus

(1) Vera Lúcia era uma boneca de pano lindíssima. Antigamente as meninas gostavam muito de brincar com bonecas de pano. A dona de Vera Lúcia se chamava Rosa Maria. Os pais de Rosa Maria eram missionários e moravam na China, um país muito longe daqui. O pai de Rosa Maria era pastor, e estava sempre disposto a falar de Jesus, não importava o lugar ou a distância.
(2) Rosa Maria era uma menina muito bonita e delicada, que amava demais sua boneca Vera Lúcia. Onde ia, levava Vera Lúcia com ela. Brincava, passeava, e até dormia com sua amiguinha inseparável.
A primeira coisa que Rosa Maria fazia pela manhã era abraçar Vera Lúcia. Ela gostava porque Vera Lúcia era muito macia, toda recheada de algodão, e, como era do tamanho de um bebê recém-nascido, usava todas as roupas de Rosa Maria quando era bebê.
Os pais de Rosa Maria viajavam muito. Eles já haviam morado no Japão, Alemanha, Rússia, França e Canadá. Já pensou se Vera Lúcia falasse, o que não teria para contar de tantos lugares?
(3) Bem próximo da casa de Rosa Maria, havia um orfanato de meninas chinesas. Elas nunca haviam possuído um lar de verdade, até que pessoas bondosas e que amavam muito a Jesus, levaram-nas para aquele grande lar.
Algumas das meninas vinham de bairros bastante pobres e outras haviam sido vendidas pelos próprios pais.
O natal estava chegando e todos os anos, na manhã do dia de natal, os pais de Rosa Maria levavam-na para visitar essas pobres meninas do orfanato.
Durante o ano, Rosa Maria costumava juntar dinheiro e brinquedos dela e dos amigos para colocar aos pés da árvore de natal para aquelas meninas.
Naquele ano, cada menina receberia um vestido, um sabonete e um brinqeudo. Para conseguir essa proeza, foi necessário muito trabalho, principalmente da mãe de Rosa Maria.
Cada noite Rosa Maria, no final de sua oração, dizia: “Querido Jesus, faça com que haja brinquedos suficientes para cada menina do orfanato”.
(4) Certa noite, após Rosa Maria terminar sua oração e se deitar, sua mãe lhe disse:
– Filha, o que você vai colocar na árvore de natal este ano?
– Mamãe – respondeu Rosa Maria – eu tenho minhas economias que poupei durante o ano todo, mas é meu o dinheiro e com ele quero comprar um lindo presente para a senhora e outro para o papai.
– Mas, Rosa Maria – continuou a mãe, amorosamente – você tem tantos brinquedos, por que não dá a mais bela boneca da sua coleção?
Rosa Maria não era uma menina egoísta, mas ela amava muito sua companheira predileta – Vera Lúcia.
Ao mesmo tempo lembrava que Deus deseja que sejamos desprendidos e esse verso veio à sua mente: “De graça recebeste, de graça dai” (Mateus 10:8). Ela hesitou um pouco e em seguida disse:
– Sim, acho que posso, mas tenho que dar minha melhor boneca?
– Isto é com você – disse a mãe – mas não se esqueça do que Jesus disse: “O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram” (Mateus 25:40). Você compreende isso, não é Rosa Maria?
– Sim, mamãe.
Naquela noite Rosa Maria não dormiu imediatamente como de costume. Depois de muito pensar, chamou a mãe.
Aos ouvidos da mãe, a filha disse que era impossível dar Vera Lúcia:
– Não posso! Não posso! Todas menos essa! Eu tenho a Miranda, que é uma boneca linda, com cabelo de verdade, tenho outras para escolher, mas a Vera Lúcia não quero dar, por favor!
A mãe, vendo a agonia da filha, respondeu:
– Minha querida, dê o que você quiser. O presente será seu, não meu. Mas não se esqueça que Deus deu Seu único Filho para nos dar a oportunidade de salvação. Ele era rico e se fez pobre por nós e o preço de nossa salvação foi pago com sangue, Seu próprio sangue.
A mãe beijou-a e saiu, sabendo que sua filha nunca havia amado Miranda, embora fosse uma linda boneca.
Durante três ou quatro dias, Rosa Maria ficou bastante pensativa. Aproximava-se cada vez mais rápido o dia de natal, data em que ela devia tomar sua decisão.
(5) Uma noite, quando Rosa Maria terminou sua oração, sua mãe ouviu-a repetindo essas palavras: “Por favor, querido Jesus, ajuda-me a fazer esse sacrifício”.
No outro dia, ao levantar bem cedo, orou novamente, agradecendo pelo repouso tranqüilo e logo procurou pela sua mãe, com Vera Lúcia nos braços.
– Mamãe, tome. Quero dá-la para Jesus.
A mãe ficou até com pena por aquela atitude bonita da filha e confirmou com ela se não seria Miranda que ela queria dar.
– Não – disse Rosa Maria – porque não é Miranda que eu amo e Deus amava a Jesus quando Ele O enviou ao mundo. Eu quero mesmo dar Vera Lúcia, que eu amo de verdade.
– Está bem – disse a mãe – se é essa sua decisão então vamos dar uma arrumada em Vera Lúcia. Vamos pentear seus cabelos, trocar a roupa e colocar uma fita nova no cabelo.
Depois disso tudo, o pai de Rosa Maria, com tinta e um pincel fino, deu um retoque nos olhos e na boca. Oh! Como Vera Lúcia ficou linda, ainda mais do que antes!
(6) Enfim chegou a manhã de natal. Rosa Maria se arrumou toda e foi com seus pais para o orfanato. O pátio estava todo decorado e bem no centro estava uma linda árvore de natal, com muitas bolas brilhantes e coloridas, fitas, caixas de presentes e para a alegria de Rosa Maria, em um dos galhos, estava Vera Lúcia, com ares de grande importância.
Uma das meninas tinha chegado no orfanato exatamente um dia antes. Era muito pálida, magra e o seu corpinho estava coberto de manchas, por ter sido espancada pelas pessoas com as quais morava.
Os professores e as outras crianças tentaram fazê-la sorrir mas não conseguiram. A menina achava impossível alguém poder amá-la.
Em seguida os professores iniciaram a distribuição dos presentes e Rosa Maria ajudava. Quando a professora pegou Vera Lúcia para entregar, Rosa Maria abraçou-a fortemente e olhando para a professora disse:
– Esta boneca é para aquela menina ali no canto.
A menina nunca havia possuído um brinquedo antes, muito menos uma boneca como aquela.
A professora tomou a mão de Rosa Maria e juntas foram até onde se encontrava a menina novata.
(7) A chinesinha ficou amedrontada, mas Rosa Maria colocou a linda Vera Lúcia em seus braços. Até parecia que a boneca sorria para aquela triste menina órfã. De repente ela entendeu que ninguém queria magoá-la. Ela deu um gostoso abraço em Vera Lúcia e sorriu pela primeira vez. Com isso Rosa Maria ficou super feliz.
Naquela noite, quando Rosa Maria foi dormir, sentiu como se faltasse uma parte do seu corpo, pois Vera Lúcia não estava mais com ela. Então, de repente, ela olhou para Miranda, abraçou-a e disse:
– Oh! Jesus querido, eu cumpri, eu cumpri! Eu fiz exatamente como Deus fez!
(8) Rosa Maria adormeceu mais feliz do que todas as outras noites, porque tinha dado o melhor e mais querido de si para Jesus.
Que triste teria sido para Rosa Maria se a chinesinha tivesse recusado o presente que com tanto sacrifício e amor ela oferecia!
Como Deus deve ficar triste também quando tantas pessoas recusam aceitar o Seu presente maravilhoso, o Seu próprio Filho, o Senhor Jesus.
E você, também não quer aceitá-Lo agora como Salvador da sua vida?
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